Justiça condena farmácia em São Luís por falhas de acessibilidade

Justiça condena farmácia em São Luís por falhas de acessibilidade

A Justiça condenou a Pague Menos a pagar R$ 50 mil por danos morais coletivos devido a falhas de acessibilidade em uma unidade localizada na Avenida Daniel de La Touche, no bairro Cohama, em São Luís. A decisão foi tomada após uma ação popular que apontou barreiras arquitetônicas no local.

A ação foi apresentada por um cidadão, que afirmou que as irregularidades dificultavam a circulação de pedestres, principalmente idosos e pessoas com deficiência. Além disso, segundo o processo, as condições da calçada obrigavam usuários a dividir espaço com veículos na via pública.

Durante o processo, a empresa reconheceu problemas identificados em fiscalização municipal. Então, informou que realizou adequações estruturais em fevereiro de 2026. As obras incluíram substituição do piso, instalação de piso tátil direcional e de alerta, além da demarcação de vagas para pessoas com deficiência e idosos.

Mesmo com as melhorias, o juiz Douglas Martins entendeu que a unidade permaneceu durante anos em desacordo com as normas de acessibilidade desde o ajuizamento da ação, em 2021. Por isso, considerou que houve violação de direitos coletivos ligados à mobilidade urbana e à segurança.

A sentença determinou o pagamento da indenização ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos (FEPDD). O magistrado encerrou a obrigação de fazer porque a empresa corrigiu as irregularidades, mas manteve a condenação financeira pelo período em que as falhas permaneceram.

Roberto Costa leva loteadoras à Justiça por irregularidades

Roberto Costa leva loteadoras à Justiça por irregularidades

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa, anunciou nesta quarta (1º) medidas judiciais e administrativas contra as empresas responsáveis pelos loteamentos Green Park, Cidade Jardins e Ecoville. Segundo a prefeitura, as empresas não cumpriram obrigações previstas nos contratos, como pavimentação de ruas, drenagem e abastecimento de água.

Durante entrevista coletiva, o prefeito informou que o município obteve decisões liminares que determinam o cumprimento das obras pelas empresas. As medidas foram adotadas após reclamações e protestos de moradores que alegam problemas de infraestrutura nos empreendimentos.

Roberto Costa afirmou que a responsabilidade pela implantação da infraestrutura básica é das loteadoras, conforme a legislação e os contratos firmados com os compradores. Segundo ele, cabe às empresas executar redes de água, esgoto, drenagem e pavimentação.

“A população que termina sofrendo não tem culpa com isso porque ela também foi enganada nesse processo, né? E isso é natural que realmente parta uma reivindicação dela para que ela possa ter também o benefício”, afirmou o prefeito.

De acordo com a prefeitura, relatórios da Secretaria de Obras e da Procuradoria-Geral do Município embasaram as ações judiciais. O juiz Raphael Amorim concedeu liminares que estabelecem prazos para que as empresas Lastro e Raposo Construções iniciem as intervenções.

Sobre a primeira etapa do Green Park, Roberto Costa disse que a entrega realizada em gestões anteriores não foi acompanhada de fiscalização técnica.

“A entrega que foi feita, que foi comprovada, foi uma folha de papel. O setor técnico nosso, inclusive da engenharia, foi fazer toda essa fiscalização, todo esse levantamento, e comprovou-se que o que era oferecido dentro desse contrato com os moradores não foi cumprido”, declarou.

Segundo a decisão judicial, a empresa terá 15 dias para iniciar a recuperação emergencial das ruas e 30 dias para apresentar o projeto completo de drenagem.

O prefeito também informou que a comercialização da quarta etapa do Green Park foi interrompida. Conforme a prefeitura, o empreendimento ainda não possuía autorização da Secretaria de Obras.

“É necessário que eles apresentem também todo um planejamento, um projeto estruturante, não apenas da parte dos lotes, mas também da estrutura dessa localidade, porque futuramente as pessoas vão construir suas casas e poderá ocorrer a mesma situação que tem ocorrido hoje”, disse.

Em relação ao Ecoville, a prefeitura informou que acompanha a falta de abastecimento de água causada por problemas no poço administrado pela empresa responsável. A situação levou moradores a protestarem na entrada do loteamento.

Roberto Costa afirmou que o município enviou caminhões-pipa para atender os moradores, embora sustente que o abastecimento seja responsabilidade da empresa.

“Independente, mesmo essa situação não sendo uma responsabilidade direta da prefeitura, mas quando existe, e eu digo isso, quando existe o sofrimento de qualquer parte da nossa população, mesmo não sendo a responsabilidade de uma área nossa, nós faremos as nossas intervenções para ajudar a população”, afirmou.

O prefeito também atribuiu a existência de loteamentos com problemas estruturais à falta de fiscalização em administrações anteriores. Segundo ele, a gestão intensificou embargos e notificações contra empreendimentos irregulares e deixou de receber loteamentos que, de acordo com o município, não atendiam às exigências de infraestrutura.

“Nós não queremos atrapalhar o empreendimento de absolutamente de ninguém, mas nós não podemos admitir é que empreendimentos que iniciam, eles possam ser feitos da forma que vinha sendo feito, porque terminava lesando a nossa população. E isso nós não vamos permitir”, concluiu.

Melô de J Pinto é um mais ouvidos do mês nas plataformas de vídeo em São Luís

Melô de J Pinto é um mais ouvidos do mês nas plataformas de vídeo em São Luís

Um vídeo do “Melô de J Pinto” está fazendo sucesso na internet. A gravação, publicada no YouTube no começo de junho, já teve quase 5 mil visualizações até esta quarta-feira, 1º de julho, Dia Internacional do Reggae. O número, contudo, pode ser bem maior, pois não existe um total oficial de visualizações consolidado nas plataformas.

No YouTube, as visualizações estão divididas entre os canais de DJs locais, equipes de aparelhagem e canais de colecionadores de reggae roots. Os números variam de algumas dezenas de milhares a vídeos menores com poucas centenas de acessos.

No Instagram e no TikTok, os vídeos têm mostrado uma grande movimentação. Os Reels da “pedra”, compartilhados por páginas de reggae no Maranhão, geralmente acumulam entre 5 mil e 50 mil visualizações por postagem.

Ao analisar o total de reproduções em todas as plataformas, com base em dados fornecidos pelo Gemini – assistente de IA do Google, verificamos que, das mais de 50 mil execuções do sucesso nas últimas quatro semanas do mês passado, quase 20 mil visualizações são de São Luís.

O hit, fruto da parceria entre a Estrela do Som e o DJ Mister Roots, destaca-se pelas vozes e harmonia vocal de Dub Brown e Mirian Black.

Nas eleições deste ano, Jota Pinto vai concorrer pelo coletivo ‘Com Você’, que pode ser o primeiro mandato coletivo na história da Assembleia Legislativa do Maranhão em 2026. Além dele, o grupo conta com a vereadora Concita Pinto; a primeira-dama de Alcântara, Branca Diniz; e o ex-presidente da Maranhão Parcerias (Mapa), Cassiano Pereira Junior.

No mês passado, o coletivo atraiu o apoio de famosas radiolas de São Luís, como a Estrela do Som, o que levou na produção de um dos “melôs” mais tocados em festas e compartilhados em redes sociais.