SESI Itinerante oferece serviços gratuitos de saúde, em Anapurus



A ex-prefeita de Serrano do Maranhão foi presa na terça-feira (18) por desviar mais de R$ 600 mil em contratos públicos por meio de fraudes em licitações. Maria Donaria Moura Rodrigues foi localizada por policiais da Delegacia de Defraudações (DDEF) em Campo Grande, na Zona Oeste.
Segundo a Polícia Civil, os desvios aconteceram entre 2013 e 2016. Neste período, a então prefeita teria manipulado junto a um grupo e direcionado processos licitatórios para beneficiar empresas escolhidas previamente, contratadas para serviços de recuperação de estradas e locação de veículos. Após as contratações, parte dos valores pagos retornava de forma ilícita para a quadrilha.
Maria Donaria estava foragida havia cerca de um ano, após deixar Serrano do Maranhão e se esconder no Rio de Janeiro. Contra ela, foi cumprido um mandado de prisão pelos crimes de fraude em licitação e associação criminosa. Em setembro, o blog do Isaías Rocha revelou que Donária chegou a recorrer ao STF para evitar sua prisão, mas a Corte negou seguimento ao recurso.

Uma cena digna de filme policial — mas que infelizmente aconteceu na vida real — chocou moradores de Codó, no interior do Maranhão. Por volta das 15h30, o advogado Germano Brandão e um funcionário do Cartório do Primeiro Ofício estavam na praça ao lado do Colégio Militar para colher a assinatura de uma funcionária da escola quando foram surpreendidos por uma abordagem violenta.
Segundo relatos, a advogada Talita Sereno chegou ao local acompanhada do noivo, o médico psiquiatra Dr. Ivanenko Santos, que atua no CAPS de Codó. Em poucos segundos, a situação saiu completamente do controle. O médico — que atende pacientes com transtornos mentais — sacou uma arma de fogo, tomou das mãos do funcionário do cartório o documento que seria assinado e, em seguida, apontou a pistola para o advogado Germano, dizendo que ele estaria descumprindo uma suposta medida protetiva relacionada à sua ex-esposa, Talita.
Imagens gravadas por testemunhas mostram Ivanenko com a pistola em uma mão e o envelope com o documento na outra. Na gravação, ele insiste na narrativa de que Germano estaria violando uma ordem judicial. No entanto, pessoas que presenciaram todo o episódio confirmaram à reportagem que Germano já estava no local quando o casal chegou.
Arma sacada novamente — agora dentro da Delegacia
Após o choque inicial, o advogado e o funcionário do cartório foram à Delegacia de Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Mas a confusão estava longe de terminar. Minutos depois, o médico Ivanenko apareceu na delegacia e, novamente, sacou a mesma pistola, iniciando uma discussão explosiva com Germano. A cena ocorreu diante de várias pessoas, incluindo o delegado regional Willan Soares.
A troca de ofensas elevou os ânimos e por muito pouco a situação não terminou em tragédia. Os vídeos obtidos mostram o psiquiatra vestindo uma camisa com a logomarca da Prefeitura de Codó e exibindo um distintivo policial. Questionado, ele afirmou ao delegado ser policial civil do estado do Piauí.
Depoimentos e próximos passos
Após o tumulto, todos os envolvidos foram ouvidos pela delegada de plantão, que deve decidir quais procedimentos serão adotados.
Germano Brandão afirmou que não descumpriu medida protetiva, pois já se encontrava na praça antes da chegada de Talita. Disse ainda ter sido ameaçado de morte pelo médico e garantiu que irá representá-lo na Corregedoria da Polícia Civil do Piauí.
Talita Sereno, em nota, alegou que houve “prisão em flagrante” pelo suposto descumprimento das medidas protetivas. Segundo ela, seu companheiro agiu em legítima defesa — e utilizou a arma não como policial, mas como “noivo”.
O médico Dr. Ivanenko Santos prometeu enviar um vídeo com a sua versão dos fatos, mas até o fechamento desta matéria não cumpriu.
O secretário municipal de Saúde, Suelson Sales, informou que já havia determinado a demissão do psiquiatra do CAPS.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu responsabilizar o ex-prefeito de Afonso Cunha, Arquimedes Américo Bacelar, por não apresentar a prestação de contas de recursos federais recebidos do então Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. A decisão, registrada no Acórdão 6671/2025 e aprovada pela Segunda Câmara, determina que o ex-gestor devolva integralmente o valor repassado e pague multa aos cofres públicos.
TCU aponta omissão e falha total na prestação de contas
De acordo com o relator, a Tomada de Contas Especial foi aberta porque o ex-prefeito não apresentou nenhum documento que comprovasse a aplicação dos recursos destinados a ações emergenciais registradas no Siafi. Para o Tribunal, a falta de transparência foi intencional e resultou em prejuízo ao erário.
Com a decisão, Arquimedes Bacelar deverá:
devolver toda a quantia recebida, corrigida;
pagar a multa prevista na Lei Orgânica do TCU;
realizar o recolhimento por meio de Guia de Recolhimento à conta única do Tesouro Nacional.
O TCU também ordenou o bloqueio do saldo existente na conta vinculada ao convênio, com imediata restituição ao Tesouro.
Tribunal cita ausência completa de documentos
O órgão ressaltou que o ex-prefeito não apresentou notas fiscais, contratos, relatórios ou qualquer comprovação da execução das ações financiadas. Todas as tentativas de notificação foram ignoradas, reforçando o entendimento de omissão grave.
Decisão será comunicada a órgãos federais e ao município
O acórdão determina ainda o envio da decisão ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, à AGU — para eventual cobrança judicial — e à CGU, para registro no Cadastro de Contas Julgadas Irregulares.
O Município de Afonso Cunha também será notificado para que a gestão atual acompanhe e cumpra as determinações referentes ao convênio.
A Vara Única de Arari concedeu mandado de segurança determinando que o presidente da Câmara Municipal, Ozeias de Jesus Fernandes, instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar possíveis irregularidades na aplicação dos recursos do FUNDEB no exercício de 2025. A decisão é do juiz Azarias Cavalcante de Alencar.
O pedido foi feito pelos vereadores Antônia Luciane Freitas Fernandes, Marcelo Sousa Santana, Aurinete Freitas Almeida e Raul Victor Maciel Lopes. Eles afirmaram ter protocolado, em setembro, o Requerimento nº 162/2025 solicitando a abertura da CPI, subscrito por quatro dos onze parlamentares — número suficiente para atender ao quórum mínimo de um terço previsto na Constituição e no Regimento Interno.
O objetivo da CPI é investigar possíveis irregularidades na aplicação de o FUNDEB no exercício de 2025:
Contratos de transporte escolar;
Irregularidades na folha de pagamento docente (pagamento desproporcional ao piso salarial);
Contratações de serviços, como despesas com manutenção de ar-condicionado com indícios de superfaturamento;
Aquisição de materiais didáticos, citando a compra de uma coletânea de livros de Inglês no valor de R$ 1.426.800,00, mesmo o município recebendo livros do PNLD.
O presidente da Câmara, porém, indeferiu o pedido alegando ausência de “fato determinado”, posição mantida mesmo após recurso interno. Para os vereadores, a negativa configurou ato ilegal e violou o direito da minoria parlamentar à fiscalização.
Na sentença, o magistrado destacou que o requerimento apresentado pelos parlamentares atende a todos os requisitos legais, como a existência de fato específico a ser apurado — incluindo suspeitas de superfaturamento, pagamento irregular de salários, problemas no transporte escolar, aquisição de materiais didáticos com possível sobreposição ao PNLD e falta de prestação de contas de vários meses.
O juiz ressaltou ainda que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal considera a instalação de CPI um ato vinculado, não podendo ser barrado por decisão política da mesa diretora quando cumpridas as exigências constitucionais. Para ele, a recusa da presidência da Câmara se deu de forma ilegal e abusiva.
Com isso, determinou que a Câmara instale a CPI no prazo de cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 500, limitada a R$ 10 mil, valor que deverá ser revertido ao próprio FUNDEB. O magistrado também alertou que eventual descumprimento pode gerar responsabilização pessoal e configurar crime de desobediência.
Clique aqui para ler a decisão
0801273-38.2025.8.10.0070

O médico e ex-prefeito Dr. Hilton Gonçalo recebeu, nesta quarta-feira, 19 de novembro, um grupo de vereadores do município de Santa Inês; eles manifestaram apoio à sua pré-candidatura ao Senado Federal.
Durante a reunião, os parlamentares destacaram a trajetória de Hilton Gonçalo, marcada pela gestão eficiente e pelas ações realizadas ao longo de seus quatro mandatos em Santa Rita, além de seu compromisso com o desenvolvimento do Maranhão.
A aproximação com as lideranças de Santa Inês fortalece a articulação política de Hilton Gonçalo, que segue ampliando sua base de apoio em diversos municípios do estado.
A expectativa é que o empreendimento gere 300 empregos formais até 2026 e alcance 3 mil postos de trabalho ao longo dos próximos cinco anos
O prefeito de Rosário, Jonas Magno (PDT) destacou, neste domingo (16), durante a entrega da primeira etapa do novo Polo de Confecção do município, que o empreendimento irá impulsionar a indústria de vestuário, gerando emprego e renda. A expectativa é que o empreendimento gere 300 empregos formais até 2026 e alcance 3 mil postos de trabalho ao longo dos próximos cinco anos.
“Hoje, Rosário reafirma seu compromisso com o desenvolvimento, com o trabalho e com a valorização da nossa população. É um dia de orgulho para todos nós. A entrega da 1ª etapa do polo de corte, costura e confecção, é fruto de planejamento, união e trabalho sério. Seguimos firmes na missão de transformar nossa cidade todos os dias”, disse.
A iniciativa integra um esforço conjunto entre o Governo do Estado e diversas instituições parceiras, entre elas a Associação MM Solidária Projetos Sociais responsável pela administração do polo, a Prefeitura de Rosário, o Sesi, o Senai e o Sebrae.
A solenidade de inauguração da etapa inicial ocorreu na tarde de hoje e contou com a presença do governador Carlos Brandão. Na ocasião, o prefeito rosariense também destacou a parceria com o governo estadual que contribuiram na reestruturação da fabrica.
“É a prefeitura, governo do estado e iniciativa privada, trabalhando juntos para gerar emprego e renda. O evento de hoje reforça que governar é planejar, executar e entregar. Novas entregas e diversas ordens de serviço assinadas mostram o avanço do nosso trabalho, fortalecidas pelas parcerias que seguem dando resultados para Rosário”, completou.
A estrutura do galpão, que totaliza 2.200 m², abriga 170 máquinas de costura e cerca de 200 equipamentos destinados à produção têxtil, como passadeiras, mesas de corte e televisores utilizados para capacitação.
O projeto foi executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra). Já a Secretaria de Indústria e Comércio (Seinc) ficará encarregada da cessão e regularização do uso do espaço, além da interlocução com empresas incentivadas responsáveis pela doação de equipamentos. A Secretaria de Desenvolvimento Social elaborou o projeto arquitetônico do galpão.
As empresas Gess e Bartofil participam como parceiras por meio de contrapartidas sociais, enquanto o Senai será responsável pela formação profissional dos trabalhadores.

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), realizou uma intervenção em três linhas operadas pelo Consórcio VIA SL, formado pelas companhias São Miguel de Urbelândia e Expresso Rei de França — antiga 1001, que atualmente enfrenta uma greve de funcionários.
Segundo o blog de Isaías Rocha apurou, a Portaria n.º 98/2025 estabelece a medida por um prazo de 90 dias. O documento foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) no dia 31 do mês passado, quinze dias antes da paralisação dos rodoviários de uma das empresas que integra o consórcio. Eis a íntegra (PDF – 854 KB).
Quais os bairros?
As linhas que sofreram intervenção atende aos seguintes bairros:
T209 – Parque dos Nobres/TPG;
T621 – Vila dos Nobres/ Jomar Moraes;
R611 – Circular/Radional.
O Consórcio Central, formado pelas empresas Taguatur e Ratrans, assumiu a responsabilidade pelas operações dessas linhas, devendo cumprir os horários determinados nas Ordens de Serviço para dias úteis, sábados e domingos.
A portaria determina que os ônibus utilizados na operação devem ter menos de 10 anos de fabricação e estar devidamente cadastrados e registrados na SMTT como parte da Frota Operante da concessionária referida.
2ª intervenção em seis anos
O blog apurou que essa foi a segunda intervenção no consórcio em seis anos, desde a licitação realizada em 2016. Em junho de 2019, por meio da Portaria n° 100/2019, a SMTT também implementou uma medida semelhante para assegurar a continuidade dos serviços das linhas dos bairros a seguir:
A-669 Alexandra Tavares
A-663 Cascavel
A-674 Cajupe
A-676 Santa Bárbara
A-677 Mato Grosso
A-679 Tajaçoaba/Vila Vitoria
A-681 Cajupary / Nova Vida
Na ocasião, as referidas linhas foram operadas pelo Consórcio Upaon-Açu, formado pelas empresas Autoviária Matos, Viper Tranporte, Patrol Transporte, Viação Abreu, Expresso Rio Negro, Viação Aroeiras, Planeta Transporte e SpeedCar Locação. Eis a íntegra (PDF – 3 MB).
A recente fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema de fraudes no INSS, vai acelerar o processo de expulsão do deputado estadual maranhense Edson Araújo do PSB.
Na quinta-feira (13/11), o parlamentar foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido no âmbito da investigação sobre o escândalo no INSS.
Antes mesmo das buscas, o PSB já havia aberto um processo disciplinar contra Araújo, após ele ameaçar o vice-presidente da CPMI do INSS no Congresso, deputado Duarte Jr. (PSB-MA).
Após a ação da PF, integrantes da cúpula do PSB consideram a expulsão do deputado estadual como inevitável. O deputado, inclusive, foi convocado a prestar depoimento na CPMI.
O que pesa contra o deputado no caso INSS
Segundo investigações da Polícia Federal, Araújo teria recebido, ao longo de um ano, R$ 5,4 milhões de uma das entidades investigadas no esquema bilionário de fraudes contra aposentados do INSS.
De acordo com a PF, os pagamentos ao deputado estadual foram feitos entre maio de 2023 e maio de 2024 pela Federação das Colônias dos Pescadores do Estado do Maranhão.
A federação é investigada por ter recebido R$ 400 mil da Confederação Brasileira dos Trabalhadores de Pesca e Aquicultura (CBPA), entidade que arrecadou R$ 99 milhões com descontos de mensalidade de aposentados.
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