TJ aguarda estudo para avaliar prisão domiciliar de mães presas

A desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), concedeu, nesta terça-feira (13), um prazo de dez dias para que a Coordenadoria da Infância e Juventude do órgão, elabore um estudo social nos endereços da primeira-dama Eva Curió e da vice-prefeita Tânia Mendes, presas na Operação Tântalo II que apura desvio de R$ 56 milhões em Turilândia (MA).
Em seu despacho, a magistrada destacou que a diligência ordenada visa auxiliar a avaliação da necessidade de cuidados maternos. A medida, segundo ela, leva em conta a situação de mães que estão presas preventivamente e cujos pedidos de defesa foram adiados para análise após a apresentação do estudo social ou laudo técnico necessário.
No mesmo expediente, a relatora intimou o Ministério Público (MP) para se manifestar sobre os agravos regimentais apresentados pela vice-prefeita e pelo empresário Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva, ambos relacionados ao pedido de revogação.
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