Equipe de jornalistas da TV Guará é barrada na Federação Maranhense de Futebol

Equipe de jornalistas da TV Guará é barrada na Federação Maranhense de Futebol

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís, em nota divulgada nesta terça-feira (27), repudiou o tratamento dispensado à equipe da TV Guará (Record News), que na tarde de segunda-feira (26) foi impedida de participar de uma entrevista na Federação Maranhense de Futebol (FMF).

De acordo com informação do Portal Guará, pertencente à emissora, a equipe liderada pela jornalista Ana Thereza, estava num cumprimento do seu dever profissional para cobrir um protesto de torcedores do Moto Clube, contra a marcação da partida de ida da final do Campeonato Maranhense. O jogo, contra o Imperatriz, será quinta-feira da próxima semana, às 21h45, e o jogo da volta no domingo seguinte, na cidade de Imperatriz.

Em frente à FMF, a repórter e o cinegrafista Fábio Bala tentaram obter uma declaração do presidente da entidade, Antônio Américo, mas a equipe foi barrada por seguranças da entidade.

Para o Sindicato do Jornalistas, o tratamento da entidade desportiva contra a equipe da TV Guará reforça as denúncias de cerceamento sofrido pela emissora. Segundo a nota, a ordem para barrar os jornalistas foi do diretor de Futebol, Hans Nina.

Eis a nota na íntegra:

NOTA E REPÚDIO

Repudiamos veementemente a atitude do senhor Hans Nina, vice-presidente de Competições da Federação Maranhense de Futebol, pelo seu ato indelicado e antidemocrático ao determinar que a jornalista Ana Thereza, repórter da TV Guará, não tivesse acesso à sala onde se realizaria uma entrevista coletiva.

A profissional ao chegar foi barrada por um segurança que transmitiu-lhe que somente os jornalistas de outros órgãos da imprensa estavam autorizados a participar da entrevista e que aquela profissional não tinha permissão para fazer a cobertura.

Repudiamos a atitude do senhor Hans Nina, considerada de extremada indelicadeza e antidemocrática ao, do alto de sua prepotência, cercear o trabalho de uma profissional de imprensa, o que consideramos um atentado absurdo ao sagrado direito da população à informação.

A Diretoria

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