Principal comprador do Sistema Difusora do MA é preso depois da delação da JBS

Principal comprador do Sistema Difusora do MA é preso depois da delação da JBS

 

O principal comprador do Sistema Difusora do Maranhão, o advogado Willer Thomaz, ligado ao ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, também foi preso pela Polícia Federal, em São Luís, após delação premiada bombástica da JBS.

O motivo da prisão do dono da Difusora
é que ele teria cooptado um procurador da operação Lava Jato para passar informações ao dono da JBS.

A prisão caiu como uma bomba no Sistema Difusora de Comunicação, que pertencia ao senador Edison Lobão (PMDB), também envolvido em várias delações premiadas da operação Lava Jato.

O advogado Willer Tomaz foi detido por ordem do ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acusado de tentar interferir no andamento da chamada operação greenfield, que investiga os fundos de pensão. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma ainda que ele tentou interferir nas negociações delações premiadas com envolvidos no caso.

O presidente da OAB-DF Juliano Costa Couto, afirmou à ConJur que não advoga para a empresa JBS nem para o empresário Joesley Batista, que teria delatado Willer Tomaz. Ele esclarece ainda que nenhum policial foi até sua casa.

Segundo Costa Couto, um cliente seu, que é amigo de Joesley, o procurou pedindo nomes de advogados para defender um conhecido na operação greenfield. Ele afirma que foi procurado como presidente da OAB-DF e apenas sugeriu o nome de Willer Tomaz, por ser um criminalista conhecido em Brasília.

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